quinta-feira, 15 de setembro de 2011

MURILO: COBRE OS PREJUIZOS DOS PROMOTORES!!!

Prefeito de Dourados move ação na Justiça contra aliado político
Segundo jornal local, a Procuradoria Geral do Município entrou com uma ação de execução na Justiça contra o deputado estadual Laerte Tetila para receber uma dívida no valor de R$ 246.475,29.

Prefeito Murilo Zauith e o Dep. estadual Laerte Tetila


Conforme dados da Controladoria da Prefeitura de Dourados, este valor que o ex-prefeito Tetila deve recolher aos cofres municipais é referente à impugnação da obra para a construção da Praça de Alimentação na Rua Onofre Pereira de Mattos em frente à Estação de Transbordo, em 2005. A Praça de Alimentação foi construída na Estação de Transbordo atendendo a uma determinação do Ministério Público Estadual depois da elaboração de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) entre a Prefeitura Municipal e os lancheiros.
Depois da obra pronta, os lancheiros não aceitaram se mudar pra o local alegando que não existe saída para a rua já que a Estação de Transbordo ocupava todo o espaço sobrando apenas um pequeno corredor de menos de dois metros de largura o que impedia a circulação de clientes para se alimentar na praça.
A obra ficou abandonada e tempos depois a prefeitura retirou as lonas e parte da estrutura montada no local, que foi levada para outra praça, conforme afirmou a advogada Jovina Nevoletti Correia, chefe eo gabinete de Tetila na Assembléia Legislativa.


PROMOTORES
Isso prova a imaturidades de alguns jovens do MPE, que investido nos super poderes, adentram na esfera administrativa do Município, sem a mínima experiencia, obrigam os administradores a executarem serviços que não vão a lugar nenhum.
Agora queremos saber nós os munícipes que arcaremos com o prejuízo de pouco mais de R$ 246.000,00 ?
O Tribunal de Contas e  o prefeito devem cobrar judicialmente esses prejuízos imposto pelo MPE e não ao ex-prefeito.
Pois até agora nem o IBAMA ou a imprensa cobraram os prejuízos causados pelo MPE no desmatamento do que restou da nossa Mata Atlântica na fazenda COQUEIRO. 
Uma medida tem que ser tomada diante da intromissão do MPE nas administrações públicas, pois recentemente um promotor falando na imprensa disse que iria obrigar a Prefeitura a reformar a USINA VELHA, ora quem sabe das primeiras necessidades do município são seus administradores, temos coisas mais importantes para serem resolvidos no nosso munícipio, invés da gastar dinheiro em obra que nunca funcionou. 
Veja o problema das calçadas táctil, que MPE obrigou aos comerciantes a construírem, inclusive a população da periferia, dando a entender que a cidade é composta só por pessoas cegas. Não discutiu o assunto  e orientou. deu no que deu. Voltamos a ressalta que a calçada táctil é necessária sim, mas só no centro onde a um fluxo maior de pessoas cegas.
TÔ DE OLHO!!!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

MINISTRO PELUZO E CNJ REPREENDEM A JUIZA ELIANA CALMON

 27/09/2011 - 12h33

CNJ classifica como 'levianas' declarações de sua corregedora

Publicidade
FELIPE SELIGMAN
DE BRASÍLIA
A crise que vive o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) ficou evidente na manhã desta terça-feira (27), quando o presidente Cezar Peluso leu em plenário uma nota, assinada por ele e outros 11 conselheiros, repudiando declarações feitas pela corregedora da própria instituição, Eliana Calmon.
Eliana não subscreve o texto divulgado pelo conselho.
Sem citar sequer uma vez a colega, a nota lida por Peluso diz que as declarações são "acusações levianas" que foram feitas de "forma generalizada" e "ofendem a idoneidade e dignidade de todos os magistrados de todo o Poder Judiciário".
"O Conselho Nacional de Justiça, no exercício do dever constitucional de velar pela integridade da magistratura, repudia veementemente acusações levianas que, sem identificar pessoas nem propiciar qualquer defesa, lançam, sem prova, dúvidas sobre a honra de milhares de juízes que diariamente se dedicam ao ofício de julgar com imparcialidade e honestidade, garantindo a segurança da sociedade e a estabilidade do Estado Democrático de Direito e desacreditam a instituição perante o povo".
A nota se refere a recente entrevista, em que Calmon fez duros ataques a seus pares ao criticar a iniciativa de uma entidade de juízes de tentar reduzir, no STF (Supremo Tribunal Federal), o poder de investigação do CNJ.
"Acho que é o primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga", declarou em entrevista à APJ (Associação Paulista de Jornais), reproduzida na edição de hoje da Folha.
Presente no local, Eliana Calmon estava visivelmente contrariada, com a cara fechada. Os demais conselheiros também ficaram desconfortáveis com a situação. É a primeira vez que um integrante do conselho é publicamente desautorizado por seus colegas.
Essa situação revela a guerra velada entre Calmon e Peluso. Enquanto a primeira defende que o CNJ tem de apurar e punir magistrados que cometeram irregularidades, o segundo afirma que o conselho deve esperar decisões da corregedoria dos próprios tribunais antes de agir.
A nota foi lida por Peluso no momento em que a sessão iniciava, por volta das 11h30 da manhã desta terça. O encontro estava marcado para as 9h, mas atrasou porque Peluso, Calmon e os demais integrantes do conselho tiveram uma longa discussão, em clima tenso, segundo os primeiros relatos colhidos pela Folha, para tratar do tema.

A entrevista da juiza este blog publicou na integra, veja abaixo:

 A ministra Eliana Calmon, a corregedora do CNJ: "Eu sou uma rebelde que fala",
http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/files/2010/12/Eliana-Calmon.jpg


A corte dos padrinhos
A nova corregedora do Conselho Nacional de Justiça diz que é comum a troca de favores entre magistrados e políticos


Em entrevista a VEJA, Eliana Calmon mostra o porquê de sua fama.
Por que nos últimos anos pipocaram tantas denúncias de corrupção no Judiciário?

Durante anos, ninguém tomou conta dos juízes, pouco se fiscalizou. A corrupção começa embaixo. Não é incomum um desembargador corrupto usar o juiz de primeira instância como escudo para suas ações. Ele telefona para o juiz e lhe pede uma liminar, um habeas corpus ou uma sentença. Os juízes que se sujeitam a isso são candidatos naturais a futuras promoções. Os que se negam a fazer esse tipo de coisa, os corretos, ficam onde estão.
A senhora quer dizer que a ascensão funcional na magistratura depende dessa troca de favores?

O ideal seria que as promoções acontecessem por mérito. Hoje é a política que define o preenchimento de vagas nos tribunais superiores, por exemplo. Os piores magistrados terminam sendo os mais louvados. O ignorante, o despreparado, não cria problema com ninguém porque sabe que num embate ele levará a pior. Esse chegará ao topo do Judiciário.
Esse problema atinge também os tribunais superiores, onde as nomeações são feitas pelo presidente da República?

Estamos falando de outra questão muito séria. É como o braço político se infiltra no Poder Judiciário. Recentemente, para atender a um pedido político, o STJ chegou à conclusão de que denúncia anônima não pode ser considerada pelo tribunal.
A tese que a senhora critica foi usada pelo ministro Cesar Asfor Rocha para trancar a Operação Castelo de Areia, que investigou pagamentos da empreiteira Camargo Corrêa a vários políticos.


É uma tese equivocada, que serve muito bem a interesses políticos. O STJ chegou à conclusão de que denúncia anônima não pode ser considerada pelo tribunal. De fato, uma simples carta apócrifa não deve ser considerada. Mas, se a Polícia Federal recebe a denúncia, investiga e vê que é verdadeira, e a investigação chega ao tribunal com todas as provas, você vai desconsiderar? Tem cabimento isso? Não tem. A denúncia anônima só vale quando o denunciado é um traficante? Há uma mistura e uma intimidade indecente com o poder.
Existe essa relação de subserviência da Justiça ao mundo da política?

Para ascender na carreira, o juiz precisa dos políticos. Nos tribunais superiores, o critério é única e exclusivamente político.
Mas a senhora, como todos os demais ministros, chegou ao STJ por meio desse mecanismo.


Certa vez me perguntaram se eu tinha padrinhos políticos. Eu disse: “Claro, se não tivesse, não estaria aqui”. Eu sou fruto de um sistema. Para entrar num tribunal como o STJ, seu nome tem de primeiro passar pelo crivo dos ministros, depois do presidente da República e ainda do Senado. O ministro escolhido sai devendo a todo mundo.


No caso da senhora, alguém já tentou cobrar a fatura depois?


Nunca. Eles têm medo desse meu jeito. Eu não sou a única rebelde nesse sistema, mas sou uma rebelde que fala. Há colegas que, quando chegam para montar o gabinete, não têm o direito de escolher um assessor sequer, porque já está tudo preenchido por indicação política.
Há um assunto tabu na Justiça que é a atuação de advogados que também são filhos ou parentes de ministros. Como a senhora observa essa prática?


Infelizmente, é uma realidade, que inclusive já denunciei no STJ. Mas a gente sabe que continua e não tem regra para coibir. É um problema muito sério. Eles vendem a imagem dos ministros. Dizem que têm trânsito na corte e exibem isso a seus clientes.
E como resolver esse problema?


Não há lei que resolva isso. É falta de caráter. Esses filhos de ministros tinham de ter estofo moral para saber disso. Normalmente, eles nem sequer fazem uma sustentação oral no tribunal. De modo geral, eles não botam procuração nos autos, não escrevem. Na hora do julgamento, aparecem para entregar memoriais que eles nem sequer escreveram. Quase sempre é só lobby.
Como corregedora, o que a senhora pretende fazer?


Nós, magistrados, temos tendência a ficar prepotentes e vaidosos. Isso faz com que o juiz se ache um super-homem decidindo a vida alheia. Nossa roupa tem renda, botão, cinturão, fivela, uma mangona, uma camisa por dentro com gola de ponta virada. Não pode. Essas togas, essas vestes talares, essa prática de entrar em fila indiana, tudo isso faz com que a gente fique cada vez mais inflado. Precisamos ter cuidado para ter práticas de humildade dentro do Judiciário. É preciso acabar com essa doença que é a “juizite”.
Agora que ficamos mais na dúvida perante alguns juizes, diante alguns medalhões da politica.
TÔ DE OLHO!!!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

PREFEITO MURILO ZAUITH E AS SUAS GALINHAS!!! PODE?

                          Por determinação do prefeito Murilo, a fiscalização da prefeitura de Dourados, proibiu a criação de aves no perímetro Urbano de Dourados, está multando e exterminando as galinhas, patos, perus, enfim toda que é espécie de aves domesticas da cidades.
Uma moradora viúva, (dentre centenas pessoas da periferia) reclamou que mora numa chácara próxima a rua Eulália Pires a 100 metros da referida rua, próximo a COAHB II, foi notificada com prazo, para dar fins nos seus galináceos o que a obrigou a dar fim nas suas poedeiras Ela disse que era o único meio que achou para complementação nas despesas com sua alimentação, com a pequena pensão que recebe do seu falecido marido.
Essas reclamações temos ouvidos nos bairros periféricos da nossa cidade. A proibição na criação  e engorda de suínos somos favorável, pois exalam mal cheiros e criação de moscas, perturbando os vizinhos, mas as aves em pequena quantidade nada atrapalha a vizinhança.
Quero informar o senhor prefeito que a lei é feita para todos, por que o senhor Murilo não as cumpre também, pois o mesmo cria no terreiro da UNIGRAN, no seu deposito, galinhas, conforme fotos tiradas hoje, 13 de Setembro de 2011 as 08,30 horas, mas  talvez depois da postagem deste blog ele irá retirar as mesmas na tentativa de desmentir este blog.



Depois destas fotos queremos ver se UNIGRAN  e o prefeito vai tirar as galinhas do perímetro Urbano de Dourados, pois a Lei é para todos, os grandões da administração terão que cumpri-la.,
Nas próximas eleições os seus adversários, com certeza deverão desfilar em carreata pela periferia mostrando, galinhas, patos e Marrecos em cima dos carros e gritando, volta,volta, volta, distribuindo pintinhos para a população humilde, com promessas de que o povo voltará sorrir criando as pobres e amadas aves.
TÔ DE OLHO!!!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

AUMENTO DE CADEIRAS NA CÂMARA MUNICIPAL DE DOURADOS


                                                                                                                                                                                                                                                                          O debate sobre o aumento de números de cadeiras na Câmara Municipal de Dourados, tem sido muito grande, uns a favor e outros !a maioria) contra.  Quero aqui expor o meu pensamento como ex-membro de casas legislativas, pois como maioria sabem, exerci por dois mandatos o cargo de vereador em Dourados, de 1976 a 1983. e 6 anos deputado estadual. 
O aumento de cadeiras no legislativo, só vem fortalecer a representatividade da população naquela Casa. Pois como sabemos, nós que fomos vítimas da Ditadura Militar por mais de 22 anos sentimos na própria carne, o que fez o AI 5 ATO INSTITUCIONAL Nº 5, quando fechou todas as Casas Legislativa do Brasil.
O aumento de cadeiras só fortalece o Poder, e não deixa o Poder Executivo interferir na Câmara, ficando mais deficil do prefeito Municipal, controlar e fazer o que quizer na prefeitura.
Em 1970 no fim do mandato de meu pai Moacir Djalma Barros, com 3 eleições consecutivas para a presidência da Câmara o número de cadeira eram de 11 e o município possuía pouco mais de 20.000 eleitores, já em 1976 até o final do meu mandato em 1983 o nº de cadeiras era de 13 vereadores já com 50.000 eleitores, e por último eram 17 vereadores com mais de 130.000 eleitores.
Aquela ultima determinação do TSE em 2008, quando determinou o número de vagas para as Câmaras, deixando Dourados com 140.000 eleitores com 12 vereadores e Douradina com pouco mais de 3.500 eleitores com 9 vagas isso foi o maior absurdo criado pelo aquele Tribunal.
Vejo comentários de pessoas que não entendem de legislação dizendo que vereador não serve para nada, vá essas pessoas  para Cuba, Libia e Venezuela, para sentirem na própria carne o peso de um governo sem democracia e sem legislativos.
E alguns sem conhecimento das leis e da Constituição afirmam que as despesas vão aumentarem, ledo engano. A Lei que disciplina as verbas, agora caiu de 6% para 5% os repasses da arrecadação do município. Isto quer dizer, se uma Câmara possui 50 vereadores ou 9 os repasses é os mesmos. Também nessas normas diz que os salários do vereadores não podem ultrapassar  de 75% do que recebem os deputados estaduais. Por esse motivo que as vezes as Câmaras devolvem a sobra da receita na legislatura.
Agora com 21 vereadores talves o salário de vereadores irão baixar, caso a Câmara não diminua os gastos com funcionários e outras despesas.
Mais do que isso a participação do povo nos trabalhos das Câmaras só irá fortalecer a política publica da cidade.
Espero que eu tenha conseguido explicar de maneira clara para aquelas pessoas que sempre sonham com o melhor, e tentar mostrar para os pessimistas já que nada convence eles.
TO DE DOLHO!!!!